"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus." I Co 10:31

domingo, 23 de maio de 2010

O LUGAR DA MULHER NA OBRA DE DEUS - Cap. 2

SERÁ QUE AS MULHERES DEVEM PREGAR?

Por: Wayne Camp

“A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio”. I Timóteo 2:11-12.

INTRODUÇÃO

Por favor, leia o texto outra vez. Não creio que se precise ter uma faculdade ou seminário, a fim de se entender a importância deste texto. Em relação à oração pública na igreja e em outros lugares públicos, “Quero, pois, que os homens orem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda”. I Timóteo 2:8. A palavra grega para homens neste versículo é “aner”, a qual, de acordo com os lexicógrafos (os autores ou compiladores de dicionários bíblicos), denota um adulto do sexo masculino, em contraste a mulheres e crianças. Naturalmente, minha mensagem não tem nada a ver com a oração pública do povo de Deus. Pelo contrário, tem a ver com a pergunta: SERÁ QUE AS MULHERS DEVEM PREGAR? Contudo, alguns textos bíblicos a serem citados nesta mensagem proibem a oração audível e o falar de mulheres na assembléia da igreja e devem ser obedecidos por aqueles que dizem ser tementes a Deus.

A pergunta mencionada : SERÁ QUE AS MULHERS DEVEM PREGAR?, não tem nada a ver com mulheres falando a outras mulheres sobre Cristo. Isto é correto. Não tem nada a ver com uma mulher ensinando a outras como se devem comportar. “As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não dadas a muito vinho, mestras no bem; para que ensinarem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada”. Tito 2:3-5. É evidente que isto também é perfeitamente correto.

A pergunta não é: “Era correto Áquila e a esposa Priscila levarem Apolo para a casa deles e lhe exporem a Palavra de Deus?” “E chegou a Éfeso um certo judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloquênte e poderoso nas Escrituras. Este era instruído no caminho do Senhor e, fervoroso de espírito, falava e ensinava diligentemente as coisas do Senhor, conhecendo somente o batismo de João. Ele começou a falar ousadamente na sinagoga; e, quando o ouviram Priscila e Áquila, o levaram consigo e lhe declararam mais precisamente o caminho de Deus”. Atos 18:24-26.

Nossa pergunta é: SERÁ QUE AS MULHERES DEVEM PREGAR? A palavra pregar tem idéia de proclamar publicamente a Palavra de Deus. É isso o que diz a palavra no grego. Strong define a palavra “khrussw”, traduzida como se segue: pregar, publicar, proclamar e pregador. De acordo com Strong, a palavra significa “ser um arauto, ter a função de arauto, proclamar como se fosse um arauto, sempre com a sugestão de formalidade, gravidade e autoridade, que deve ser ouvida e obedecida; publicar, proclamar abertamente; algo que fora feito; usado na proclamação pública do evangelho e assuntos a ele pertencentes, feitos por João o Batista, por Jesus, pelos Apóstolos e outros professores cristãos”.

Já que pregar é a declaração pública de uma exposição pública sobre a Palavra de Deus, vamos considerar a pergunta: SERÁ QUE AS MULHERES DEVEM PREGAR? Não peço desculpas por responder na negativa. De fato, digo sem nenhum equívoco: “Não! As mulheres não devem pregar”!

Porque?

A ANALOGIA TOTAL DA FÉ DAS ESCRITURAS

SÃO CONTRA UMA MULHER PREGANDO

Entre o povo de Deus, os homens sempre estiveram, com raríssimas excepções, à frente da batalha. Os profetas de Deus eram homens. Os líderes de Israel eram homens. Os Apóstolos de Cristo, também. Cada exemplo de pregação no Novo Testamento foi feito por homens. Jesus Cristo, homem, pregou: “Desde então começou Jesus a pregar, e dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino de Deus”. Mateus 4:17. Ele enviou doze apóstolos, todos homens, a pregar. “E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar”. Marcos 3:14. João o Batista, outro homem, pregou. “Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados”. Marcos 1:14.

Jesus chamou outros homens a pregarem. Ele disse a um: “Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus”. Lucas 9:59-60. Barnabé e Paulo foram enviados a pregar. “Nós também somos homens como vós, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo”. Atos 14:15. Paulo exortou o jovem Timóteo a pregar. “Que pregues a palavra”. II Timóteo 4:2.

Asseguro-lhe, querido leitor, que não encontrará a palavra pregar, usada para descrever a ação de uma mulher nas Escrituras. Digo ainda que o teor completo das Escrituras é contra mulheres pastoras ou que pregam.

NOSSO TEXTO SERIA DEFINITAMENTE VIOLADO POR QUALQUER MULHER QUE TOMASSE SOBRE SI O ATO DE PREGAR

Vamos ler o texto outra vez. “A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio”. I Timóteo 2:11-12.

Paulo ordenou às mulheres que aprendam em silêncio; com toda a sujeição ou em obediência e submissão. Paulo não permitiria que uma mulher pregasse publicamente. A palavra ensinepregar no significado. Quer dizer fazer discurso com outros, a fim de instruí-los, fazer discursos didáticos, discursar, ser professor, desenhar o ofício de professor, conduzir-se como professor, comunicar instrução, instilar doutrina em alguém, explicar ou expor certa coisa. usada aqui é muito parecida com a palavra

Através de Paulo, o Espírito Santo proibiu que uma mulher alguma vez se colocasse em uma posição onde usurpasse a autoridade de um homem. Já que pregar significa proclamar a Palavra de Deus de maneira autoritária, nenhuma mulher podia pregar ou ensinar homens publicamente nos cultos da igreja sem violar esta restrição. Já que pregar tem idéia de proclamar com voz forte, clamar, não existe meio para que uma mulher que teme a Deus seja pregadora. Mais uma vez Paulo exige silêncio por parte das mulheres, reforçando a ordem ao repetí-la.

Não importa a maneira como tantos raciocinem hoje, não há retorno para o fato de que uma mulher não pode conformar-se pelo ensinamento deste e de outros textos, e ainda ser obediente a Deus e a Sua Palavra.

HÁ OUTROS VERSÍCULOS QUE FALAM SOBRE O MESMO ASSUNTO

DO NOSSO TEXTO, AOS QUAIS EXAMINAREMOS DE MANEIRA BREVE

Há quem diga que o problema em Corinto seja uma situação isolada. Uma destas pessoas escreveu: “Num incidente isolado algumas mulheres em Corinto começaram a fazer perguntas e pertubar os cultos. Paulo instruiu que se calassem e perguntassem aos maridos, em casa, se quisessem saber as respostas”. O estudo da passagem na mente desta pessoa, mostra coisa diferente. “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja”. I Coríntios 14:34-35.

Considere o que é ensinado nestes dois versículos e que afeta nosso assunto: SERÁ QUE AS MULHERES DEVEM PREGAR? Não era um incidente isolado em Corinto que estava sob consideração, porque Paulo exigiu silêncio às mulheres nas igrejas (plural), não só na igreja em Corinto. “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas”. I Coríntios 14:34. De acordo com esta ordem inspirada por Deus e pregada por Paulo, as mulheres não tinham permissão de falar nas igrejas. “Porque lhes não é permitido falar”. Disse que esta era uma ordem divina entregue pelo Apóstolo Paulo e apoiada pelas Escrituras. “Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor”. I Coríntios 14:37. A mesma regra que prevalecia sob a lei neste assunto é válida nas igrejas hoje. “Mas estejam sujeitas, como também ordena a lei”. I Coríntios 14:34. Se as mulheres têm perguntas que façam em casa aos maridos. “E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos”. I Coríntios 14:35.

É uma vergonha para uma mulher falar na igreja. “Porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja”. I Coríntios 14:35. A palavra traduzida vergonhoso aqui significa degradante e desonroso. É degradante e desonroso para uma mulher falar na igreja, e assim seria degradante e desonroso para ela pregar também. A fim de se ter uma perspectiva melhor sobre o significado desta palavra, considere seu uso em outro lugar. “E não comuniceis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe”. Efésios 5:11-12. A palavra torpe é a mesma de vergonha. À luz destes versículos, é difícil compreender porque qualquer crente professo apoiaria a idéia de mulheres pregando. Não existe nenhuma maneira pela qual uma mulher possa ser odediente a Deus, a Jesus Cristo e às Escrituras e ainda pregar. Não existe nenhuma maneira pela qual uma igreja possa ser obediente à Trindade (Deus o pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo) e à Palavra e ainda apoiar mulheres que pregam.

Estes são os mandamentos do Senhor e aqueles que são espirituais reconhecerão isso: “Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor”. I Coríntios 14:37. Paulo também explica porque há quem insista de outro modo, apesar do que Deus diz em Sua Palavra. “Mas, se alguém ignora isto, que ignore”. I Coríntios 14:38. Quem não transgredir estas ordens bíblicas por ignorância, o faz só por rebelião contra a Palavra de Deus.

A LIDERANÇA DOS HOMENS É OUTRA RAZÃO

PELA QUAL AS MULHERES NÃO DEVEM PREGAR

Uma mulher submissa ao marido não pode ser sua pastora. “Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas aos seus próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra”. I Pedro 3:1. Um pastor (pregador) deve pregar com autoridade e mulher nenhuma pode fazer isso e ser uma esposa obediente e quieta que deve ser, se quiser agradar ao Senhor. “Fala disto, e exorta e repreende com toda a autoridade. Ninguém te despreze”. Tito 2:15.

A maioria dos pregadores que conheci em minha vida, tanto homens quanto mulheres, querem ser pastores, mas mulher nenhuma pode ser pastora de acordo com a Bíblia. Só o homem pode preencher o ofício de bispo, de presbítero. “Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”. I Timóteo 3:1. Não há um só caso no Novo Testamento de uma mulher sendo consagrada pastora (bispo, presbítero e pastor são o mesmo ofício, o de pastor) de uma igreja. O bispo tem que ser marido de uma só mulher e mulher nenhuma poderia se qualificar biblicamente para isto. “Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar”. I Timóteo 3:2.

ALGUMAS OBJEÇÕES E ARGUMENTOS RSPONDIDOS

Débora foi profetiza em Israel. (Juízes 4–5). Primeiramente, isto aconteceu em Israel e não numa Igreja Neo-Testamentária. Também não muda, de maneira nenhuma, a proibição clara feita contra mulheres que falavam na igreja. “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja”. I Coríntios 14:34-35. “A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio”. I Timóteo 2:11-12. Nada se diz sobre as ações e palavras de Débora, que pode mudar as qualificações estabelecidas por Deus para o pastor de uma de Suas igrejas. A Bíblia é clara e certa ao exigir que os pastores sejam homens. “Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar. Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?); não neófito, para que, ensoberbendo-se, não caia na condenação do diabo”. I Timóreo 3:1-6.

Note, agora, os seguintes fatos estabelecidos nestes versículos. A palavra “bispo” é masculina e portanto exige um adulto do sexo masculino. “Marido de uma mulher” exige um adulto do sexo masculino e não mulheres nem crianças. O fato do pastor ter que governar bem sua própria casa, com certeza proibiria uma mulher casada de se tornar pastor. Porque ela deve estar em submissão ao marido. Até a palavra “neófito” é masculino, mostrando assim que quem é qualificado para o ofício de pastor não deve ser um neófito do sexo masculino.

Os que jogam Escritura contra Escritura num esforço de justificar o fato de violarem tais ensinamentos, o fazem para sua própria condenação. São culpados de deturparem o sentido das Escrituras. “Falando disto, em todas as epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras escrituras, para sua própria perdição”. II Pedro 3:16. Quem deturpa a Palavra de Deus, a fim de encaixá-la ao seu próprio modo de pensar dá evidência da atitude real em relação a Deus e a Sua Palavra inspirada. “Todos os dias torcem as minhas palavras; todos os seus pensamentos são contra mim para o mal”. Salmo 56:5. São como alguns no tempo de Jeremias que torciam “as palavras do Deus vivo, do Senhor dos Exércitos, o nosso Deus”. Jeremias 23:36.

Seria bom notar também que esta foi uma época de iniquidade terrível em Israel e Deus escolheu uma mulher, a fim de envergonhar os homens por causa de sua pecaminosidade e hesitação ao enfrentar os inimigos. “Porém os filhos de Israel tornaram a fazer o que era mau aos olhos do Senhor, depois de falecer Eúde”. Juízes 4:1. Até mesmo Baraque se recusou a enfrentar o inimigo se Débora não o acompanhou. “Então lhe disse Baraque: Se fores comigo, irei; porém, se não fores comigo, não irei. E disse ela: certamente irei contigo, porém não será tua a honra da jornada que empreenderes; pois à mão de uma mulher o Senhor venderá a Sísera. E Débora se levantou, e partiu com Baraque para Quedes”. Juízes 4:8-9.

Miriã foi profetiza e líder em Israel durante a jornada até a Terra Prometida. O que se diz sobre Débora, deve ser aplicado aqui também. É bom lembrar que quando Miriã e Arão repreenderam Moisés por causa da esposa cusita, Deus lembrou a eles que só havia um profeta em Israel e esse era Moisés. “E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cusita, com que casara; porquanto tinha casado com uma mulher cusita. E disseram: Porventura falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu. E era o homem Moisés muito manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra. E logo o Senhor disse a Moisés, a Arão e a Miriã: Vós tres saí à tenda da congregação. E saíram eles tres. Então o Senhor desceu na coluna de nuvem, e se pôs à porta da tenda; depois chamou a Arão e a Miriã e ambos saíram. E disse: Ouvi agora minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele. Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa. Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a semelhança do Senhor; por que, pois, não tiveres temor de falar contra o meu servo, contra Moisés? Assim a ira do Senhor contra eles ascendeu-se; e retirou-se”. Números 12:1-9.

É verdade que Deus enviara Moisés, Arão e Miriã diante de Israel e que Miriã é chamada profetiza, mas isto não muda nem minimiza as declarações do Novo Testamento em relação às mulheres na igreja. Elas devem manter silêncio e ficar quietas. Quem tenta usar Miriã como desculpa ou licença para deturpar as instruções do Novo Testamento, fazem isto a seu próprio risco.

Ana era profetiza. Isto realmente é verdade. Lucas a chama assim. “E estava alí a profetiza Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade; e era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia. E sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus, e falava dele a todos os quantos que esperavam a redenção em Jerusalém”. Lucas 2:36-38. Mas não era pregadora numa igreja do Novo Testamento. Ana servia ao Senhor jejuando e orando, não pregando nem pastoreando. Ela falava aos outros que esperavam a vinda de Cristo para a redenção de Israel. Não há nenhum registro de que estivesse fazendo alguma coisa que qualquer mulher temente a Deus não possa fazer.

Qualquer mulher temente a Deus pode jejuar e orar. Qualquer mulher temente a Deus pode falar a outra pessoa sobre o Senhor Jesus Cristo. Ana jamais pregou num culto de uma igreja do Novo Testamento. Nem nunca procurou pastorear nenhuma delas. Até onde a Bíblia registra, Ana jamais falou nem orou publicamente em qualquer culto de uma igreja neo-testamentária. Quem a usa como desculpa para pastorear ou pregar, violando as proibições do Novo Testamento, está realmente distorcendo a Palavra de Deus, a fim de satisfazer suas próprias ambições pecaminosas. Quem tenta usar esta mulher piedosa como licença para distorcer os ensinamentos claros e inequívocos da Palavra de Deus, não deve estar em qualquer púlpito ou outra posição que a faça falar perante uma igreja.

E se Deus a chamar para pregar ou pastorear? Há mulheres que proclamam que Deus as chamou para pregar. Martha Philips, da Igreja Batista da Convenção, que serve como pastora interina da Igreja Batista Monte Vernon em Arligton, Virgínia (EUA), onde o ex Vice Presidente Al Gore é membro, demonstrou sua desobediência declarada às Escriruras ao fazer este comentário à imprensa: “Não quero ser ministra de jovens nem da música. Quero liderar a congregação. Acho que fui chamada para fazer isto. E quando Deus chama, chama mesmo. Não vejo como podem dizer que por você ser mulher, não pode ser chamada por Deus”. (Falou isso em referência ao Voto dos Batistas da Convenção, a fim de proibir pastoras, Jornal Washington Post, 15 de junho de 2000). Por favor, note que esta mulher arrogante desafia a Palavra de Deus e deixa que o que acha e sente a guiem. Não lhe importa estar desafiando diretamente à Palavra inspirada de Deus.

Julie Pennington-Russell, pastora da Igreja Batista do Calvário em Waco, Texas (EUA), é outra. Comentando sobre a mundança na Convenção Batista em sua declaração de Fé e Messagem, declarou: “Se você é batista, enquanto houver congregações que tenham a coragem de seguir a vontade de Deus, haverá lugar para pastoras”. (Falou isso em referência do Grupo Batista Excluindo pastoras, Associated Press, 15 de junho de 2000).

Note que esta mulher não citou nenhum versículo que revela a vontade de Deus para que seja pastora. Ela está enganada se acredita que Deus a quer como pastora e misturou a vontade de Satanás e a dela própria com a vontade de Deus. A vontade de Deus é que as mulheres fiquem em silêncio. “A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio”. I Timóteo 2:11-12. “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei”. I Coríntios 14:34. Esta é a vontade de Deus para as mulheres na igreja. Phillips e Pennington-Russell, juntamente com mais umas 100 outras pastoras da Convenção Batista se atrevem a desafiar a Palavra de Deus. Elas enfraquecem o que a própria convenção crê, e continuam fazendo o que querem, sem se importarem com a convenção ou com as Escrituras.

Esta desaforo, insolência e insubordinação à autoridade da Palavra de Deus se reflete em outras mulheres também. Por exemplo: Margaret Davis, a esposa de um pastor na Virgínia, era uma voz rara de dissenção entre os que assistiram uma reunião de esposas de pastor da Convenção Batista. Ela disse: “Acredito que se Deus chama alguém a pregar, não importa ser homem ou mulher. Meu marido discorda”. (De um artigo 14 de junho de 2000).

Esta senhora de modo arrogante e desaforado, desafia a Palavra de Deus e a liderança do marido. A verdade é que ela pode até desqualificá-lo como pastor, desde que o pastor deve ser o cabeça da mulher e ela estando sob submissão a ele.

Deus proibe que as mulheres façam qualquer coisa que as faça usurpar a autoridade dos homens. Nenhuma mulher pode pregar ou pastorear e obedecer à Palavra de Deus. Como ela pode estar em silêncio e pastorear ou pregar? Como pode pastorear sem usurpar a autoridade do homem?

CONCLUSÃO

Não esgotei este assunto. Poderia escrever ainda muito mais. Há quem não goste do que leu, mas quero fazer só uma pergunta: “Apoiei o que escrevi com a Palavra de Deus?”

Enfrentamos dias cheios de desafio a este respeito. As invasões do feminismo são bem reais e ameaçadoras. Não é politicamente correto tomar partido desta opinião bíblica. Vamos continuar firmes e fiéis aos ensinamentos claros da Palavra de Deus, mantendo o padrão bíblico de homens, e nunca de mulheres, como pregadores da Palavra e pastores das igrejas de Deus.


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